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FUVEST FUVEST 2024 Vestibulares 2023

Lista de livros da FUVEST em 2023

A FUVEST já divulgou os livros de leitura obrigatória que serão usados na prova em 2023. A edição FUVEST 2024 conta com os seguintes livros:

ObraResumo da obra (aperte em cima da palavra “link” para ir até o resumo)
“Marília de Dirceu” de Tomás António GonzagaLink
“Quincas Borba” de Machado de AssisLink
“Angústia” de Graciliano Ramos
“Alguma Poesia” de Carlos Drummond de Andrade
“Mensagem” de Fernando Pessoa
“Nós Matamos o Cão Tinhoso!” de Luís Bernardo Honwana
“Campo Geral” de Guimarães Rosa
“Romanceiro de Inconfidência” de Cecília Meireles Link
“Dois Irmãos” de Milton Hatoum Link
Lista de livros da FUVEST 2024, que será aplicada em 2023. Fonte: site da FUVEST (link)

As obras que mudaram da edição anterior, 2023 (realizada no ano de 2022), são “Poemas Escolhidos” de Gregório de Matos, “Terra Sonâmbula” de Mia Couto e “Nove Noites” de Bernardo Carvalho, substituídas, respectivamente, por “Marília de Dirceu” de Tomás António Gonzaga, “Nós Matamos o Cão Tinhoso!” de Luís Bernardo Honwana e “Dois Irmãos” de Milton Hatoum.

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Literatura no Oscar Literatura no Oscar 2023 Oscar 2023

“Como cuidar de um bebê elefante” – 5 livros que se relacionam com o filme

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Gramática Oscar 2023

“Como cuidar de um bebê elefante” – 10 coisas da língua portuguesa para aprender com o filme

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Espanhol com o Oscar Espanhol com o Oscar 2023 Oscar 2023

“Nuestro bebé elefante” – 10 coisas da língua espanhola para aprender com o filme

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Inglês com o Oscar Inglês com o Oscar 2023 Oscar 2023

“The Elephant Whisperers” – 10 coisas da língua inglesa para aprender com o filme

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Oscar 2023 Oscar 2023 na redação

“Como cuidar de um bebê elefante” – Como usar na redação?

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Notícias em Níveis: Inglês

Verbos que sofrem “Diptongar” no Presente de Subjuntivo – Espanhol

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Redação UEA

Tema de Redação da UEA de 2022 – O ativismo digital pode mudar positivamente a sociedade brasileira?

O tema de redação da UEA 2023 foi “O ativismo digital pode mudar positivamente a sociedade brasileira?”.

A seguir, você pode conferir o tema de redação da UEA (Universidade do Estado do Amazonas) com os textos motivadores, feita no ano de 2022 (o vestibular é feito em um ano e se refere ao vestibular do ano seguinte, a UEA 2023 foi feita em 2022).

Você pode tanto acessar este link para ver os textos motivadores ou vê-los a seguir:

Texto 1

Ativismo digital é um conceito que faz referência ao uso de páginas do Facebook, Twitter, Instagram, Youtube e outros espaços virtuais para promover o apoio a uma causa específica. Diante da possibilidade de se manifestarem a partir de alguns cliques, cidadãos, movimentos sociais, grupos diversos e até partidos políticos vêm usando a internet como ferramenta para disseminar diferentes tipos de informação.

Há postagens, vídeos, “textões”, stories, frases, links, áudios e outros tipos de conteúdo publicados nesses espaços virtuais. Todos têm a capacidade de dar voz a cidadãos comuns, alcançando milhares ou mesmo milhões de pessoas, dependendo de fatores como a popularidade do tema e os algoritmos das redes. O apoio a essas publicações é expresso por meio de curtidas, compartilhamentos, reportagens e comentários, aumentando a possibilidade de que esses conteúdos apareçam para cada vez mais usuários da internet.

A finalidade dessas publicações também é bastante diversa, podendo atender tanto a interesses democráticos, como o acesso à informação e a liberdade de expressão, quanto à propagação de fake news e a manipulação da opinião pública

(“Ativismo nas redes sociais: características, impactos e exemplos”. https://fia.com.br, 03.03.2021. Adaptado

Texto 2

Recentemente, fãs da música pop sul-coreana agiram durante os protestos do movimento #BlackLivesMatters (#VidasNegrasImportam) e inundaram o aplicativo da polícia de Dallas, no Texas (EUA), com fotos e vídeos de seus ídolos a fim de dificultar que fossem feitas denúncias de supostos atos de vandalismo cometidos por manifestantes desses protestos. Segundo o professor Massimo Di Felice, do Departamento de Relações Públicas, Propaganda e Turismo da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (USP), essas movimentações on-line constituem um novo tipo de ativismo, que é transformador e usa a internet para impulsionar protestos e alcançar grande adesão.

Di Felice explica que a utilização das redes sociais cria debates públicos importantes e tira o monopólio da grande mídia. A participação on-line, portanto, não é necessariamente organizada por grupos ou movimentos políticos, mas é resultado da interação entre pessoas, dados, algoritmos, plataformas on-line, e acompanha o desenvolvimento da tecnologia, o que o professor chama de ativismo digital.

(Kaynã de Oliveira. “Ativismo digital é o novo tipo de participação e transformação política”. https://jornal.usp.br, 11.08.2020. Adaptado.)

Texto 3

É comum a utilização da expressão “ativismo de sofá” como sinônimo de “ativismo digital”. Entende-se que, nesses casos, a militância dos usuários se restringe ao virtual, daí a carga pejorativa do termo: o ativista de sofá e aquele que, do conforte de sua casa, engaja-se em quantas lutas puder, mas não se mexe no mundo real. Ele quer ser visto como alguém preocupado com a justiça social, a humanidade, a política, mas não se compromete “de verdade” com a defesa dessas causas.

(LuciliaDinis. “Ativismo de sofá funciona?”, https://veja.abril.com.br, 22.10.2020. Adaptado.)

Texto 4

As redes sociais são uma ferramenta essencial para o ativismo do século XXI, com tendência a serem ainda mais eficazes com o decorrer do tempo, pois os direitos e as garantias conquistadas por meio das lutas do ativismo (virtuais ou não) vão se traduzindo em uma educação coletiva. Embora lenta, essa educação torna a população mais crítica, o que, por sua vez, irá possibilitar a luta por mais direitos sociais, gerando assim um ciclo em que o exercício do ativismo digital garante direitos, e estes irão educar o povo e permitir a utilização desses direitos na luta por mais direitos.

(Sâmia Larissa Dias Barros et al. “O ativismo social no exercício democrático do século XXI: revoltas que deram certo”. http://www.usfm.br, junho de 2013. Adaptado.)

Com base nos textos apresentados e em seus próprios conhecimentos, escreva um texto dissertativo-argumentativo, empregando a norma-padrão da língua portuguesa, sobre o tema:

O ATIVISMO DIGITAL PODE MUDAR POSITIVAMENTE A SOCIEDADE BRASILEIRA?

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Espanhol Expressões do México

“Meterse en camisa de once varas” – O que significa em espanhol?

No México, é muito comum o uso de uma expressão que, traduzida ao pé da letra, tornaria-se “meter-se em camisa de onze varas”.

O seu significado é de “não se meter em uma situação complicada”. Isso significa que caso você está vendo que alguém vai se intrometer onde não é necessário, ou a pessoa vai apenas complicar a própria vida, você pode dizer à pessoa que “no va a se meter en camisa de once varas”.

Apesar do uso recorrente, sua origem é confusa, pois há várias tentativas de explicação. Sendo algumas delas as que listei abaixo.

Explicação 1 – Processo de adoção.

Antigamente, uma das formas de batizar uma criança adotada e passar por um processo simbólico de “nascimento”, uma criança que seria adotada passava por uma camisa para simbolizar um parto, o qual recebia um beijo como forma de aceitação. Poderia acontecer que a adoção não sairia bem, por conta disso, a expressão para que não se colocassem em problemas e situações indesejadas era de “no se metieran en camisa de once varas”. Todavia, uma camisa de “once varas” mediria 9 metros, o que torna confuso a sua veracidade.

Explicação 2 – Pronúncia errada de outra expressão com ovelhas

Há uma outra expressão antiga que era “meterse en cañiza de once varas”, que era uma cabana feita de cana-de-açúcar, feitas para abrigarem as ovelhas da chuva ou outros problemas de clima. Por ser um local realmente pequeno e feito para animais, era difícil entrar ou sair.

Explicação 3 – Expressão de um local de castelo

Um dos locais de um castelo era chamado “camisa”, a parte exterior de uma muralha entre duas torres, feitas com 10 metros ou mais de altura. Geralmente, é a explicação mais aceita, já que seu uso ao pé da letra e de forma histórica poderiam ser mais lógicas, já que é um local de difícil acesso.

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