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Tema da UEA SIS 2 de 2025 – Combate à desinformação no mundo digital: impactos e desafios

Texto 1

Texto 2
A desinformação figura como principal risco global para 2025 e para os anos que estão por vir. A avaliação é do diretor-
-geral adjunto de Comunicação e Informação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura
(Unesco), Tawfik Jelassi. “As plataformas digitais são globais. Elas não reconhecem limites ou fronteiras nacionais. Se não
unirmos forças por meio de ações globais, não poderemos combater efetivamente a desinformação que acontece nas plataformas digitais. Cada país precisa ter uma regulamentação sobre isso”, afirmou.
(Paula Laboissière. “Desinformação é principal risco global para 2025, afirma Unesco”. https://agenciabrasil.ebc.com.br, 20.05.2025.)

Texto 3
Há vários anos, as plataformas digitais se converteram na principal fonte de informação da maioria dos indivíduos, em
todo o mundo, como evidenciam os levantamentos de 2023 e 2024 do Digital News Report, do Instituto Reuters de Estudos
de Jornalismo, baseado em Oxford (Inglaterra). Quanto mais um usuário se alinha a determinados tipos de conteúdo, mais
o algoritmo recomenda outros similares, o que o conduz às chamadas “bolhas”, nas quais ideias, crenças e informações são
reforçadas. Esse problema apresenta um agravante: os polos são fortalecidos por práticas e estratégias de desinformação,
como conteúdos retirados de contexto, teorias conspiratórias, narrativas distorcidas ou totalmente inventadas. Isso reforça a
separação entre as pessoas e contamina a opinião pública.
(Marco Schneider, Myllena Diniz e Taís Seibt. “A desinformação é considerada o maior risco para a
Humanidade em 2025. O que fazer para combatê-la?”. https://vocesa abril.com.br, 11.02.2025. Adaptado.)
Texto 4
As fake news, ou notícias falsas, são um fenômeno crescente no mundo digital, que tem gerado cada vez mais preocupação entre as pessoas e a opinião pública. Graças à velocidade das redes sociais, tais informações são facilmente disseminadas, prejudicando muitas pessoas, grupos minoritários, figuras públicas, instituições e a própria democracia.
Embora o esforço para combater as fake news seja uma realidade, ainda existem muitos desafios, como:
•  A dificuldade de identificar informações distorcidas, principalmente as pessoas que têm pouca familiaridade com as
redes sociais;
•  O uso desenfreado da inteligência artificial, que faz com que os conteúdos falsos pareçam muito com uma notícia verdadeira;
•  A rapidez da internet, que faz com que boatos se espalhem em segundos, enquanto a checagem de informações leva
tempo e exige recursos.
(“Fake news: saiba como identificar notícias falsas e combater a desinformação”. https://dialogando.com.br, 02.04.2025. Adaptado.)
Com base nos textos apresentados e em seus próprios conhecimentos, escreva um texto expositivo-argumentativo, empregando a norma-padrão da língua portuguesa, sobre o tema:
Combate à desinformação no mundo digital: impactos e desafios

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Tema de redação UEA Macro de 2025 – “Turismo na Amazônia: entre o desenvolvimento socioeconômico e os impactos ambientais

Texto 1


(Gilmar Fraga. https://gauchazh.clicrbs.com.br)
Texto 2
A Amazônia, com sua vasta biodiversidade e riqueza cultural, tem sido palco de diversas iniciativas de turismo sustentável
que buscam harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento socioeconômico das comunidades locais. Essas
ações destacam-se por promover práticas responsáveis e valorizar os recursos naturais e culturais da região.
No Amazonas, o governo estadual, por meio da Amazonastur, tem implementado ações para fortalecer o turismo sustentável. Em Tefé, por exemplo, foi realizado o Workshop Turismo Sustentável e lançada a plataforma “Amazonas To Go”, iniciativas
que visam capacitar os moradores locais e promover o ecoturismo na região.
O Prêmio Braztoa de Sustentabilidade 2025 abriu inscrições com novidades e destaque na Amazônia, reconhecendo iniciativas que integrem impactos ambientais, sociais, culturais e econômicos de forma equilibrada. Mais de 90% das iniciativas
premiadas nas últimas edições contemplam ações ambientais e sociais, demonstrando a força do turismo como agente de
transformação na região.
(Caio Vinícius Vilaça. “Turismo sustentável na Amazônia: iniciativas promissoras para a preservação e desenvolvimento local”.
https://agroflorestamazonia.com, 19.03.2025. Adaptado.)

Texto 3
O ano de 2024 terminou com um alerta contundente: foi o mais quente da história recente, registrando temperatura média
global 1,6 ºC acima dos níveis pré-industriais. Com a realização da COP30 (30a
Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas) em Belém (PA), em 2025, o país tem uma oportunidade única de liderar a agenda do turismo sustentável
— setor que representa cerca de 7% do PIB nacional e emprega milhões de brasileiros.
O turismo sustentável oferece caminhos reais para preservar o meio ambiente ao mesmo tempo em que gera renda, empregos e oportunidades. Em um mundo em transformação, onde crises climáticas e transições tecnológicas se entrelaçam, o
turismo responsável é mais do que tendência: é uma necessidade.
(Alexandre Sampaio e Luciana De Lamare. “Turismo sustentável é oportunidade estratégica para o Brasil em 2025”. https://exame.com, 06.04.2025. Adaptado.)
Texto 4
A professora Isabel Grimm, doutora em meio ambiente e desenvolvimento pela Universidade Federal do Paraná (UFPR),
destaca que, quando se fala de crise climática e turismo, há de se pensar também sobre a responsabilidade que o próprio setor
possui nos impactos ao meio ambiente.
“O turismo impacta com as emissões de gases do efeito estufa, principalmente por causa dos transportes. E o transporte
aéreo é um dos que mais têm emitido gases. Mas há também o uso excessivo de água e de energia elétrica nos locais turísticos, que produzem impactos muito relevantes. Precisamos pensar em alternativas para o que chamamos de turismo de
massas, com menores impactos aos ecossistemas”, diz Isabel.
A especialista reforça que toda a cadeia turística deve se envolver na mitigação dos custos ambientais: os povos locais, as
empresas, os governos e os próprios turistas. Um dos pontos fundamentais, nesse sentido, é repensar a própria concentração
de pessoas em destinos mais badalados e midiáticos, e valorizar outras experiências possíveis dentro do país.
(Rafael Cardoso. “Turismo e crise climática: os caminhos sustentáveis para a Amazônia”. https://agenciabrasil.ebc.com.br, 12.01.2025. Adaptado.)
Com base nos textos apresentados e em seus próprios conhecimentos, escreva um texto dissertativo-argumentativo, empregando a norma-padrão da língua portuguesa, sobre o tema:

Turismo na Amazônia: entre o desenvolvimento socioeconômico e os impactos ambientais